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Obesidade cresce de forma acelerada no Brasil

Mais de um quinto da população brasileira é obesa, segundo estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)


10/10/2020


<p>A quantidade de pessoas obesas no Brasil cresceu de forma mais acelerada que a m&eacute;dia dos pa&iacute;ses da Organiza&ccedil;&atilde;o para a Coopera&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento Econ&ocirc;mico (OCDE). Agora, o Brasil se aproxima da taxa do problema nos pa&iacute;ses ricos.</p> <p>Mais de um quinto da popula&ccedil;&atilde;o brasileira &eacute; obesa, segundo um estudo da OCDE divulgado nesta quinta-feira (10/10).</p> <p>O documento revela que a propor&ccedil;&atilde;o de obesos na popula&ccedil;&atilde;o adulta brasileira passou de 12,7% em 1996 para 22,1% em 2016. No mesmo per&iacute;odo, a m&eacute;dia da OCDE passou de 15,4% para 23,2%.</p> <p>O levantamento &eacute; baseado em crit&eacute;rios definidos pela Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS), que levam em conta o c&aacute;lculo do &Iacute;ndice de Massa Corporal (IMC).</p> <p>O IMC &eacute; uma equa&ccedil;&atilde;o que leva em conta o peso e a altura da pessoa. Um IMC entre 25 e 29,9 indica sobrepeso. O &iacute;ndice de 30 ou mais aponta obesidade, sendo que acima de 35 &eacute; a chamada obesidade m&oacute;rbida.</p> <p>Existem grandes disparidades entre os pa&iacute;ses membros da organiza&ccedil;&atilde;o: enquanto nos Estados Unidos o n&uacute;mero de obesos atinge 36,2% da popula&ccedil;&atilde;o adulta, no Jap&atilde;o ele &eacute; de apenas 4,3%, um dos mais baixos entre os 52 analisados no estudo chamado O Fardo Pesado da Obesidade: a Economia da Preven&ccedil;&atilde;o.</p> <p>A Ar&aacute;bia Saudita &mdash; que, como o Brasil, n&atilde;o integra a OCDE &mdash; &eacute; o segundo pa&iacute;s com maior &iacute;ndice de obesos: 35,4%. A &Iacute;ndia possui o menor n&uacute;mero de obesos entre os pa&iacute;ses avaliados, apenas 3,9% dos adultos. Na China, esse n&uacute;mero &eacute; de 6,2%.</p> <p>Nos pa&iacute;ses da OCDE, 58% da popula&ccedil;&atilde;o tem sobrepeso, decorrentes de uma alimenta&ccedil;&atilde;o pouco saud&aacute;vel e falta de atividade f&iacute;sica, que contribuem para o aumento da obesidade. Dos 36 pa&iacute;ses membros da organiza&ccedil;&atilde;o, 34 t&ecirc;m mais da metade da popula&ccedil;&atilde;o acima do peso.</p> <p>Segundo o estudo, a m&eacute;dia de adultos obesos na OCDE cresceu de 21% em 2010 para quase 24% em 2016, &uacute;ltimo dado do estudo, o que representa um acr&eacute;scimo de cerca de 50 milh&otilde;es de pessoas.</p> <p>Pessoas de baixa renda e com menor n&iacute;vel educacional t&ecirc;m maior probabilidade de consumir uma alimenta&ccedil;&atilde;o menos saud&aacute;vel, com quantidade insuficiente de frutas e legumes, e se tornarem obesas, afirma a organiza&ccedil;&atilde;o. O problema afeta mais as mulheres nessa categoria social.</p> <p>Fonte:&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> <p>No Brasil, 25,4% das mulheres adultas s&atilde;o obesas, enquanto o n&uacute;mero de homens &eacute; de 18,5%.&nbsp;</p>

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