Consulta de Exame

Solicite sua coleta
em domicílio


83 3208.5353

Notícias

Teste do Pezinho: o que é, quando fazer e doenças detectáveis

O teste do pezinho é um exame obrigatório para todos os recém-nascidos, que deve ser realizado após as primeiras 48 horas de vida.


16/01/2018


Com uma pequena picada no calcanhar, é possível encontrar várias doenças e tratá-las a tempo, antes que elas afetem o desenvolvimento do bebê.

O teste consiste em obter e analisar uma amostra de sangue do recém-nascido, a fim de detectar doenças metabólicas, infecciosas, congênitas e/ou genéticas. Dever ser feito após 48 horas do nascimento, para que não seja influenciado pelo metabolismo da mãe. Além disso, o bebê precisa se alimentar antes, garantindo resultados mais precisos.

Por que fazer o teste?
O teste é obrigatório e deve ser realizado para prevenir complicações de doenças que, no nascimento da criança, são assintomáticas.

Se essas doenças não forem diagnosticadas e tratadas com antecedência, a criança estará suscetível a inúmeros problemas, que podem ser graves e irreversíveis. As malformações são um desses males que, uma vez presente no corpo, é incurável.

Quando fazer o teste do pezinho?
O ideal é realizar o exame 48 horas após o nascimento, até o 5º dia de vida do bebê. Se o teste for feito antes desse tempo mínimo, é necessário repeti-lo, garantindo maior precisão nos resultados.

É importante confirmar, após o parto, se o teste do pezinho já foi feito. Algumas vezes, o teste é realizado ainda no hospital, sem que a mãe tenha conhecimento disso. Portanto, confirme com os médicos se o exame foi feito e, em caso afirmativo, informe-se sobre a data de entrega dos resultados.

Quais doenças são detectadas?

Obrigatório e gratuito em todo o território nacional desde 1992, o exame básico atualmente identifica seis enfermidades:

Fenilcetonúria: causada pela ausência ou diminuição da atividade de uma enzima que quebra a fenilalanina em tirosina, o que pode levar a um quadro clínico de deficiência intelectual;

Hipotireodismo congênito: decorrente da falta ou produção insuficiente de hormônios da tireoide que são essenciais para o desenvolvimento neurológico;

Deficiência de biotinidase: impede que a vitamina biotina, presente nos alimentos, seja aproveitada pelo organismo, o que interfere no desenvolvimento intelectual da criança;

Fibrose cística: doença crônica que atinge os pulmões, pâncreas e o sistema digestivo e causa secreções pulmonares e má absorção intestinal;

Anemia falciforme: causada por uma alteração na estrutura da molécula de hemoglobina e compromete o transporte de oxigênio, provocando graves prejuízos a diferentes tecidos e órgãos;

Hiperplasia adrenal congênita: afeta o funcionamento das glândulas adrenais e pode influenciar no desenvolvimento sexual de meninos e meninas e na perda de sal.

Fonte: Minuto Saudável


Outras notícias