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Semana Mundial do Aleitamento Materno: “A sociedade deve acolher a mulher que amamenta”

A Semana Mundial de Aleitamento tem como objetivo lembrar que amamentar é um ato muito importante


02/08/2017


 “Proteger a amamentação: construir alianças sem conflitos de interesses” é o tema deste ano da Semana Mundial de Aleitamento Materno (SMAM), que vai de 1 a 7 de agosto, e está na 25ª edição. A ideia é construir as alianças necessárias para que governos e outros setores da sociedade promovam, protejam e apoiem a amamentação.

“Todos podem trabalhar juntos pelo aleitamento, no entanto, é preciso ficar atento para os conflitos de interesse: esse é o lema", diz Fabíola Cassab, diretora administrativa da Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar – IBFAN Brasil. Os conflitos a que ela se refere estão ligados a indústrias de produtos, como fórmulas infantis e mamadeiras, entre outros, que competem com a amamentação e acabam interferindo, inclusive, em políticas governamentais sobre o assunto. "Eles não visam que a mãe amamente. Então, nunca vai apoiar", ressalta. "O intuito é lembrar que amamentar é um ato muito importante e que estamos em vigília. É preciso que toda a sociedade acolha a mulher que amamenta”, diz.

Amamentação em números
Segundo relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e da Organização Mundial da Saúde (OMS), em colaboração com o Global Breastfeeding Collective, divulgado no dia 1 de agosto, no Brasil, apenas 39% das crianças se alimentam exclusivamente com leite materno nos primeiros 5 meses de vida. A média mundial, considerando os 6 meses recomendados pela OMS, varia de 20% a 40%.

Quando analisados os dados de amamentação até 1 ano de idade, a taxa brasileira fica em 48%, dentro da média mundial de 40% a 60%. O número cai para 26% ao observar a amamentação até os 2 anos de vida, quando os dados mundiais ficam entre 20% e 40%.

Além de estimular o vínculo afetivo entre mãe e filho, o leite materno é o melhor alimento para o bebê. Completo, ele é rico em anticorpos, que protegem a criança de várias doenças, como diarreia, resfriados e alergias. Por conta disso, a OMS recomenda o aleitamento materno exclusivo até os 6 meses de idade e como complemento até os 2 anos ou mais.

Fonte: Revista Crescer


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